13 de janeiro de 2012
Parques em abandono
12 de janeiro de 2012
Celular e e-mail fora do trabalho podem dar hora extra
Em tempos de popularização dos smartphones, uma lei que acaba com a distinção entre trabalho dentro da empresa e à distância, sancionada pela presidente Dilma Rousseff no final de 2011, já gera polêmica entre empregados e empregadores.
E-mail e celular estendem jornada de trabalho até as férias
A legislação, que alterou a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), diz que o uso de celular ou e-mail para contato entre empresas e funcionários equivalem, para fins jurídicos, às ordens dadas diretamente aos empregados, informa reportagem de Maeli Prado e Priscilla Oliveira publicada na Folha desta quinta-feira.
A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
De acordo com advogados especializados, a mudança abre espaço para que funcionários que usam o celular para trabalhar após o horário de expediente, por exemplo, recebam horas extras por isso.
É uma interpretação oposta a de entidades empresariais, como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), que rebatem que o objetivo do projeto de lei do deputado Eduardo Valente, de 2004, que deu origem à mudança da CLT, era somente regular o trabalho à distância.
Fonte: Folha de São Paulo
Jovem do Gama comanda agência que atinge 80% dos internautas
Marco Gomes, 25, saiu do Gama para entrar na UnB e chefiar uma equipe de 15 pessoas em uma agência de publicidade. Abandonou tudo para abrir a própria empresa --aos 20 anos. Hoje, a boo-box atinge 80% dos internautas brasileiros e, no ano passado, expandiu suas operações para o restante da América Latina.
Leia o depoimento de Gomes à Folha de São Paulo:
"Eu sabia que estava num lugar perigoso, e coisas ruins aconteciam. Era ruim meu pai usar cocaína, era ruim meu primo ser apedrejado. Mas, quando você é criança, cara, é mais fácil ser feliz.
Nunca senti que precisava superar o Gama. Em 2003, entrei na UnB aos 17 anos para fazer computação. No fim do primeiro ano, fui contratado por uma agência de publicidade. Virei muitas noites, até que em dois anos já era líder de uma equipe de 15 programadores. Só saí da agência para abrir minha empresa.
Eu percebi que a minha geração estava em ambientes até então inexplorados pela publicidade, voltada aos portais de notícia. Minha geração não acessava os portais. A gente entrava nos blogs de amigos para ver vídeos, nos fóruns para conversar sobre jogos. Acessava as redes sociais, o Orkut e o Twitter.
Em 2006, criei um modelo de publicidade contextual que considera o conteúdo publicado na internet para exibir publicidade específica para a audiência dele.
Na época, era um mercado dominado pelo Google, faturando US$ 1 bilhão sozinho. Passei quatro madrugadas dormindo uma, duas horas, porque tinha que acordar às 8h para trabalhar. O projeto chamou a atenção do maior site de tecnologia do mundo, o TechCrunch.
Eles são difíceis de agradar. Dificilmente falam de ideias de fora do Vale do Silício. Publicaram uma reportagem em janeiro de 2007. É um carimbo do mercado dizendo que o negócio é interessante.
Recebi contato de muito investidor querendo ser parceiro de negócio. Quem mais me agradou foi o pessoal da Monashees. Quando fechei com eles, tinha 20 anos, não sabia contratar, nem emitir nota fiscal. Sabia apenas programar.
Eu era um programador querendo fazer algo que achava interessante, mas não tinha noção de que ia virar uma empresa, que atingiria 65 milhões de pessoas com 3 bilhões de anúncios por mês.
Como eu não tinha visão de negócio, eles me apresentaram a Marcos Tanaka, hoje presidente-executivo da empresa. Ele fazia consultoria estratégica para marcas como Itaú e Coca-Cola.
Larguei a universidade e o emprego e fui para São Paulo. Morei na casa de uma amiga durante três meses. Fiquei num albergue por um ano. Lá dividi um quarto por seis meses com quatro pessoas; depois aluguei um só para mim. Morando em um albergue, quarto mofado, a cama horrível, comendo Miojo quatro vezes por semana, era isso que eu queria mudar. Coisa que eu nunca pensei quando estava no Gama. Só em 2011 fui morar sozinho. Sozinho, não, porque acabei de casar.
Inicialmente, achei que a boo-box anunciaria produto, não marcas. Nossa ideia era trabalhar com e-commerce, com venda direta de produtos. Mas as agências de publicidade se mostraram mais interessantes. E favorecia a audiência, por causa do conteúdo que eles produzem.
Achei que fecharíamos os primeiros contratos em três meses e ter receitas sólidas. Mas demoramos 18 meses.
Crescemos a ponto de nos tornarmos lucrativos em 2010. Tanto que a Intel Capital nos escolheu para fazer investimento. Foram US$ 77 milhões divididos entre 18 empresas; a boo-box foi a única brasileira. Já não somos uma "startup" [empresa iniciante]. Temos conselho administrativo. Acabamos de criar o Grupo 42, com a Popego, para, da Argentina, atuarmos na América Latina inteira.
Ser empreendedor é um estilo de vida. Não tem essa de desligar o computador na sexta e só ligar na segunda.
No nosso caso, toda mídia é concorrente. Mas ninguém com um produto semelhante. Cooperamos muito com quem seria concorrente nosso. O Google ora é nosso concorrente, ora nosso parceiro. Essa concepção antiga de competição não funciona bem na internet."
Entrevista de Gilberto Gil ao Jornal de Brasília
Confira esta entrevista exclusiva de Gil ao Jornal de Brasília.
Abraço do Fuíca.
O baiano Gilberto Gil, às vésperas dos 70 anos, falou sobre sua relação com a capital federal e a importância da iniciativa do Governo do Distrito Federal na disseminação da cultura na cidade. Já a brasiliense Ellen Oléria, que tem fortes raízes na periferia do Distrito Federal, falou sobre suas origens e o papel da gratuidade e descentralização do festival.
Como é sua relação com Brasília?
Brasília é uma cidade dormitório e escritório, a gente se locomove da casa para onde trabalhamos. Essa é a visão de alguém como eu, que veio para Brasília para trabalhar. Para as pessoas que nasceram aqui, moram aqui, para os meninos que se juntaram e fizeram os grupos de rock, tantos que surgiram aqui... Brasília tem uma cena musical muito forte. Para eles, Brasília sem dúvida alguma tem muitos outros atrativos, muitas outras rotinas, além da rotina do trabalho, do serviço público, mas para mim era rotina de servidor público.
Mas quando você ia da sua casa pro ministério, passava pela Esplanada...
Sempre, sempre um lugar muito bonito. Com a catedral de um lado, agora mais recentemente o museu, que é um lugar bonito, interessante do ponto de vista de espaço e de acervo também. Acervo de pinturas, esculturas e instalações, um acervo muito interessante. E mesmo os ministérios, a maneira como estão colocados, aquele leve declínio que vai chegando lá pra baixo, até o Itamaraty, um dos edifícios mais bonitos do Brasil. Da arquitetura moderna de Niemeyer é o mais bonito de todos. Eu sou completamente apaixonado por ele e pelo prédio do Itamaraty.
Se você fosse dar uma dica de um lugar para as pessoas visitarem em Brasília, qual seria?
O prédio do Itamaraty é um deles. É uma boa visita pelo lado externo, para apreciar as linhas, as curvas, o corte, as perspectivas, aquela lâmina d’água na frente, é muito bonito. Em 15, 20 minutos você pode fazer esse passeio. A Catedral também é imperdível, você tem que ir, tem que estar embaixo daqueles vitrais, sentir aquela atmosfera profunda que se tem lá. Sábado e domingo é bom ir para a beira do lago, uma série de clubes com belas instalações. E o pôr do sol da cidade todos os dias na estação da seca, agora chove direto, mas na seca é lindo. Venham, os que estão aqui, vivam Brasília. Os que vêm de fora, como eu, também, vivamos Brasília.
Este festival é gratuito e busca levar a cultura a quem não tem acesso. Como você vê iniciativas como esta do GDF?
Atribui-se aos governos (municipais, estaduais, federais) a tarefa, a obrigação de promover coisas gratuitas, enfim, para a democratização, abrangência de cultura a segmentos sociais mais amplos. Mas acho que é uma coisa que o próprio mundo privado pode fazer, já que tem dinheiro. O dinheiro hoje no mundo está basicamente na mão dos setores privados, do mundo financeiro, industrial, do mundo agrícola etc. Eu acho que as empresas podem muito bem, por meio dos seus departamentos de marketing, abraçar, apoiar projetos que sejam gratuitos, e mais do que isso, que se espalhem geograficamente pelo Brasil. No caso do Brasil, com um território tão grande como este, um dos grandes problemas não é só a questão econômica, é também a questão territorial. Tudo é muito concentrado no Sudeste, nas grandes cidades que ficam quase todas elas no Sudeste. É preciso interiorizar a cultura, propiciar acesso a populações rurais, na Amazônia, no Pantanal, nas regiões remotas da Bahia, de Pernambuco, do Rio Grande do Sul. Isso é muito importante.
11 de janeiro de 2012
Turismo e áreas protegidas, uma perspectiva histórica
Fonte: O Eco
Retrato do 8o Duque de Hamilton em sua Grand Tour, pintado por Jean Preudhomme. |
Nascimento do turismo
O turismo, como o entendemos hoje, é uma atividade relativamente recente. Entretanto, a figura do viajante é universal e está presente nas mais diversas culturas. No ocidente, podemos pensar nos gregos, um povo de navegadores – Ilíada e Odisseia, obras maiores da mitologia grega, são elas mesmas viagens. Há também as grandes peregrinações religiosas da Idade Média e as viagens de comércio – como bem ilustra a experiência de Marco Polo. Por fim, as grandes navegações que tornaram o planeta um só. Essas viagens guardam em comum com as viagens de turismo a ideia de que o viajante entra em contato com uma realidade nova, antes desconhecida, e volta modificado pela experiência, com uma perspectiva ampliada do mundo. O viajante é um contador de estórias, um mediador entre dois mundos, o seu e aquele outro que ele agora conhece.
"Valorização da natureza dependeu de uma inversão da percepção em relação a sua face mais selvagem, awilderness." |
“Wilderness”
"Conceito dewilderness não tem uma tradução exata para o português, mas o mais próximo é a noção de sertão." |
O conceito de wilderness não tem uma tradução exata para o português, mas o mais próximo é a noção de sertão, como um lugar em que a presença humana é pouco perceptível, espaços “desertos” e/ou deserdados pela civilização, e onde predomina a natureza em toda a sua “selvageria”, ou onde os habitantes humanos vivem em uma proximidade e intimidade com o “mundo selvagem”. No imaginário ocidental, a wilderness estava associada a locais demoníacos, como o deserto onde Cristo foi tentado, e em que as amarras que prendiam o homem à civilização se afrouxavam e prevaleciam as inclinações dos instintos e desejos mais “selvagens”. A natureza que se valorizava era a da Arcádia, pastoril e antropizada, ou ainda a natureza geométrica do classicismo – como os jardins do Palácio de Versalles, na França.
Foi com os românticos que a wilderness passou a ser valorada positivamente. A natureza selvagem passava a ser admirada pelas suas características pitorescas, de beleza e de sublimidade. As florestas, os grandes desertos, as montanhas, a vastidão das pradarias, os rios e o mar passaram a representar uma natureza transcendental, que estava além do artefato humano. Deus ou um processo evolutivo – a partir do momento em que Charles Darwin e Alfred Wallace lançaram a Teoria da Evolução - com a duração de bilhões de anos eram as forças responsáveis e refletidas nas paisagens naturais. Passava-se do negativo ao positivo, do demoníaco para o divino, da ausência de civilização para o interesse científico e a apreciação estética.
Confusão na distribuição de ingressos para shows do Festival de Artes continua
A distribuição de ingressos para o show do cantor Gilberto Gil, atração de terça-feira (10) do 1º Festival Internacional de Artes de Brasília, a exemplo da última quarta-feira, voltou a provocar confusão.
Muita gente saiu de casa cedo e ficou na fila, que dava voltas nos corredores do Teatro Nacional, desde às 8h da manhã. É o caso do estudante Pedro de Lima Mariano, de 27 anos, que compareceu nas duas ocasiões. "Continua a mesma bagunça. A única mudança que fizeram foi o local do show. Não tem nenhuma organização. Quando cheguei, era o 9º,agora tem pelo menos umas 15 pessoas na minha frente", reclama.
Outro fator que provocou protesto foi a falta de segurança e fiscalização. A advogada Ana Carolina Toscana, que estava acompanhada da irmã e de amigas, também chegou cedo. "As próprias pessoas da fila não respeitam a ordem. E o segurança não quer se envolver. Nós é que estamos nos revesand
o e servindo de fiscal para ver se ninguém mais entra na nossa frente, só que não adianta muito", revolta-se.
Quem chegou tarde, ficou surpreso com o tamanho da fila e a confusão no local. A agente de viagens Rosário Ventin levou a filha e a mãe para tentar garantir o acesso ao show. "Resolvi vir mais próximo do horário marcado para a distribuição dos ingressos. Imaginei que haveria fila, mas não pensei que fosse nessa proporção. Vou tentar encontrar o final e ver o que consigo ".
Antes programados para a Sala Martins Penna do Teatro Nacional, os grandes shows foram transferidos para o Centro de Convenções Ulysses Guimarães. A mudança foi motivada pela confusão ocorrida durante a distribuição de ingressos para o show de abertura, com o sambista Paulinho da Viola, contudo, a medida não surtiu efeito.
Fonte: Da redação do clicabrasilia.com.br
10 de janeiro de 2012
Lei permite turismo mais sustentável em áreas rurais do Distrito Federal
O Distrito Federal conta, a partir deste ano, com uma legislação específica para o Ecoturismo. O governador Agnelo Queiroz sancionou a Lei Distrital Nº. 4.735, que traça diretrizes e objetivos para esse segmento. Conforme a legislação, as iniciativas do empresariado voltadas para o setor terão que levar em conta questões como conservação da natureza, sustentabilidade, redução de resíduos sólidos nos locais das atividades, políticas de conscientização e educação, assim como preservação de monumentos (tanto históricos e culturais, como ambientais). Quem descumprir as normas estará sujeito a multas e embargos.
A lei 4.735 estabelece como devem ser direcionadas as medidas que irão nortear o ecoturismo no Distrito Federal, dá relevância ao treinamento de recursos humanos para a realização da atividade – nem sempre oferecida por pessoas capacitadas – e destaca a cooperação intersetorial.
A legislação também prevê a definição de medidas destinadas à proteção das áreas e seus entornos, que terão de conter informações específicas, como carga de cada local (em outras palavras, as atividades e a quantidade de pessoas que as áreas suportam) e formas corretas de utilização de trilhas e caminhos.
Conservação da natureza – A lei 4.735 evidencia a preocupação do Governo do Distrito Federal (GDF) em estimular o Ecoturismo e utilizar o segmento de uma forma equilibrada, que conserve a natureza e gere mais emprego e renda para a população.
Chama a atenção, ainda, para que os cuidados com o meio ambiente sejam conjugados com a diversidade dos chamados bens de valor “histórico, cultural, arquitetônico, artístico, arqueológico, paleontológico e espeleológico”. E para que os hábitos e formas de expressão das comunidades, direta ou indiretamente influenciadas pelo setor, sejam também trabalhados pelos empresários que exploram o serviço.
Na avaliação do governador Agnelo Queiroz, as regras são importantes porque, além de estimularem o ecoturismo no DF com preservação e sustentabilidade, proporcionam condições para maior desenvolvimento econômico e social por meio dessa atividade. “Uma lei de Ecoturismo própria para o Distrito Federal não apenas permitirá mais organização e estrutura para o segmento, como ajudará a movimentar a economia local e contribuirá para o uso adequado das nossas paisagens naturais”, ressaltou.
Roteiro integrado – O secretário de Turismo do DF, Luiz Otávio Neves, explicou que a nova lei faz parte de um roteiro integrado de turismo desenvolvido pelo GDF. “Um ecoturismo mais forte vai fazer com que o turista, ao chegar ao DF a trabalho ou para visitar pontos cívicos, prolongue sua estadia por mais tempo”, destacou.
Juntamente com a lei recém-sancionada, outra medida que ajudará a impulsionar o setor como um todo na capital federal diz respeito à parceria formada recentemente com a Universidade de Brasília (UnB). O GDF e o Centro de Excelência em Turismo (CET) da UnB estão mapeando gargalos e potencialidades do DF quanto ao assunto. Os dados, que estarão disponíveis em breve, serão fundamentais para o planejamento das ações para os grandes eventos que Brasília sediará, como a Copa do Mundo de 2014.
Entre os empresários que já atuam no segmento, a lei chegou em mais do que boa hora. É o caso de Manoel Imperial, proprietário da Chapada Imperial, conhecida reserva ecológica destinada ao ecoturismo em Brazlândia. “A legislação é positiva, estávamos esperando por ela. O setor precisava de uma normatização que seguisse as demandas atuais”, afirmou.
Espaço para crescer - Imperial, no ramo há 11 anos, acredita que o ecoturismo e o turismo sustentável ainda têm muito espaço para crescer no DF. E a vigência de uma lei que atenda às necessidades da área pode contribuir para o processo. “O estresse do cotidiano hoje em Brasília é muito grande. Como estamos longe da praia, as opções mais viáveis são as propriedades de ecoturismo”, argumentou.
De acordo com ele, mais de 50 empreendimentos oferecem esse tipo de serviço no DF e Entorno. As cachoeiras, trilhas e fazendas são visitadas diariamente, pela população local e por pessoas de todos os estados brasileiros e de outros países. Dentre as várias opções de ecoturismo no DF, são oferecidos desde esportes radicais a passeios tranquilos, passando pela culinária típica.
Fonte: Renato Ferreira, da Agência Brasília
Gilberto Gil embala a segunda noite do FestiArte
O cantor e compositor estará na cidade nesta terça-feira (10), apresentando o show Concerto de Cordas, pelo 1º Festival Internacional de Arte de Brasília, a partir de 21h, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.
O Festiarte estreou com show de Paulinho da Viola, quarta (4), na Sala Villa-Lobos com grande confusão na entrega dos ingressos na bilheteria do Teatro Nacional. Ingressos e local não comportaram a grande procura do público aos shows gratuitos.
Devido ao inesperado, a Secretaria de Cultura do Distrito Federal informou a mudança de local do show de Gilberto Gil para o Centro de Convenções, que possui capacidade para 2.500 pessoas.
A distribuição de 2.500 ingressos para cada apresentação do FestiArte estará disponível sempre às 14h, no dia do show, na Bilheteria do Teatro Nacional, no Foyer da sala Villa Lobos, para facilitar o acesso do público.
Na mesma noite a cantora brasiliense Ellen Oléria, faz um mix de funk, samba e soul em suas canções. Ellen carrega em sua bagagem musical dois prêmios de melhor intérprete no Festival Interno de Música Candanga e também dois prêmios, no Festival e Música do Correios.
Fonte: Da redação do clicabrasilia.com.br