3 de junho de 2011

SEMANA DO MEIO AMBIENTE: Atividades do Grupo de Caminhada no Jardim Botânico de Brasília- Domingo- 05/06

Amigos Caminhantes,

Vamos transformar as atividades desse dia num momento de confraternização dos membros do Grupo de Caminhada.


Vocês, que em algum momento participaram de qualquer atividade do Grupo, sintam-se especialmente convidados para estar conosco na Caminhada, no bate-papo e na Exposição de Fotos sobre o Grupo. Vejam os detalhes abaixo!


ATIVIDADES DO GRUPO DE CAMINHADA


9h - CAMINHADA PELA TRILHA DO CERRADO + CAMINHADA FOTOGRÁFICA


A - CAMINHADA PELA TRILHA DO CERRADO


Descrição: Vamos percorrer as trilhas do JBB para apreciar a fauna e a flora locais e passar pelas instalações: Alameda dos Ipês, Jardim Sensorial, Jardim dos Cheiros, Horto Medicinal, Orquidário, Lago, Casa de Chá, Mirante (ponto mais alto do local) e Jardim Evolutivo.

Teremos amigos das áreas de saúde, educação física e meio ambiente para compartilhar informações e orientações com aqueles que acompanharem a caminhada.


Data: 05/06; Horário: 9h

Distância: 5km; Duração: 3h

Ponto de Encontro: Centro de Visitantes, no Bosque de Pinheiros.


B - 2ª CAMINHADA FOTOGRÁFICA


Simultaneamente faremos a 2ª Caminhada Fotografica do Grupo. Os Colegas fotógrafos do grupo sairão do mesmo local, mas sem rota definida para registrar o "Olhar" de cada um sobre o JBB. Nos próximos dias vamos divulgar a orientação dessa atividade.


13h - BATE PAPO - O MUNDO DAS TRILHAS - CAMINHADAS, DESCOBERTAS E PRESERVAÇÃO


Descrição: Bate-papo sobre o tema: "O Mundo das trilhas: caminhadas, descobertas e preservação", a ser realizado logo após a caminhada. O objetivo é familiarizar os presentes sobre o que é um grupo de caminhada, que tipo de atividades são realizadas, quem são as pessoas que se dipõem a fazer esse tipo de atividade e que estados de espírito as movem a de repente entrarem pra o mundo das trilhas, que surpresas se encontram, que desafios há pra enfrentar, que relação é essa estabelecida entre caminhantes e meio-ambiente.


O bate-papo será com Helenize e Andréa, duas

experientes

companheiras do Grupo.

Data: 05/06; Horário: 13h

Local: Ao lado do Centro de Visitantes


14h - ABERTURA DA EXPOSIÇÃO DE FOTOS SOBRE O GRUPO


Descrição: Painel fotográfico com as melhores imagens do Grupo, de todos os tempos, pessoas e lugares, além de um breve relato das caminhadas realizadas. A ideia é retratar, por meio das fotos e de alguns textos curtos, o espirito do Grupo e a relação de seus integrantes com o Meio

Período: 04 a 10/06

Local: Sala de exposições do Centro de Visitantes

Nº de Fotos: 50 FOTOS GRANDES ( 30x45cm ou 24x30cm)

Contato: joaocarlos.machado@gmail.com


2 de junho de 2011

Prefeito ciclista vai a SP para encontro de sustentabilidade


No comando da administração de Copenhague, Frank Jensen usa a bicicleta todos os dias para ir ao trabalho.

Prefeito da capital dinamarquesa defende uso maciço da bicicleta para cortar emissões de carbono em sua cidade.




EDUARDO GERAQUE

DE SÃO PAULO


Copenhague quer ser a primeira cidade sustentável do mundo. A capital da Dinamarca, com cerca de 2 milhões de habitantes em sua região metropolitana, almeja chegar ao objetivo até 2025.
A receita para isso envolve o uso maciço da bicicleta, gestão adequada de resíduos e investimento em energias alternativas, como a eólica ou a gerada pela queima do lixo.
Parte dessas iniciativas serão apresentadas nesta semana, em São Paulo, por Frank Jensen, 50, prefeito social-democrata da cidade.
São Paulo- por ser considerada um cidade que "trabalha para ser sustentável", segundo Gilberto Kassab- será sede do C 40 Summit.
O evento, que deveria reunir os 40 prefeitos das maiores cidades do mundo para discutir o que estão fazendo para preservar o meio ambiente, tem, até agora, apenas 17 políticos confirmados.
Leia a seguir trechos da entrevista com Frank Jensen.


Que iniciativa é mais importante para que Copenhague se torne neutra em emissão de carbono?
Frank Jensen A produção de energia é a mais fácil de ser controlada pelo município. Nós investimos em energia eólica. Da biomassa e do lixo nós produzimos calor e energia elétrica. Fazemos esforços para utilizar toda forma de energia de maneira mais eficiente. E também pensamos em meios para que os habitantes poupem energia, seja usando bicicleta ou reciclando lixo.




Quantas pessoas usam a bicicleta no dia a dia?
Eu vou trabalhar de bicicleta. Mais da metade dos moradores usam suas bicicletas todos os dias. E 80% dele continuam usando durante o inverno. Fazemos várias iniciativas para fomentar essa cultura. No inverno, retiramos a neve das ciclovias antes de limparmos as ruas.



E o carro?
A Dinamarca é um dos países mais caros do mundo para se ter um carro, por causa dos impostos e das taxas. Para frear o aumento nas cidades, melhoramos ainda mais a infraestrutura cicloviária e aumentamos a eficiência do transporte público, construindo mais metrôs e integrando trens e ônibus.



1 de junho de 2011

Semarh e Ibram lançam Semana do Meio Ambiente 2011

Para celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado no dia 5 de junho, a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), o Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do DF (Ibram) e a Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb), promove a Semana do Meio Ambiente.

Na ocasião, será realizada a 1ª Exposição Oportunidades Ambientais: Sustentabilidade, Emprego e Renda, além de fóruns, apresentações culturais, competições esportivas, entre outras atividades. O evento acontece entre os dias 2 a 5 de junho, às margens do Lago Paranoá, nas imediações da Concha Acústica de Brasília, no Setor de Clubes Esportivos Norte.

O evento visa promover a compreensão de que é fundamental que comunidades e indivíduos mudem atitudes em relação ao uso dos recursos e, além disso, oferecer uma visão diferenciada sobre as questões ambientais. A 1ª Exposição Oportunidades Ambientais apresenta tecnologias e produtos fabricados por meio de práticas sustentáveis, gerando emprego e renda pro Distrito Federal.

1ª Exposição Oportunidades Ambientais: Sustentabilidade, Emprego e Renda

A exposição reunirá 80 estandes distribuídos nas seguintes categorias: energia, habitação, resíduos, transporte, alimentação orgânica e sustentável, saúde ambiental, água, agricultura sustentável (rural e urbana), educação ambiental e turismo.

Os visitantes poderão conhecer artesanatos de material reciclável, biojóias, ecoturismo, vermicompostagem social, biscoitos artesanais, carro elétrico, bicicleta de bambu, artesanato, entre outros. O objetivo da mostra é trazer iniciativas que contribuam para a melhoria da qualidade ambiental, social e econômica com foco na geração de emprego e renda.

Fóruns

Durante a Semana do Meio Ambiente acontecerão cinco fóruns que provocarão a discussão sobre questões ambientais. Para lembrar o Ano Internacional das Florestas, declarado pela Organização das Nações Unidas (ONU) e comemorado em 2011, Claudia Rosa, coordenadora de Integração da Informação Florestal do Serviço Florestal Brasileiro, ministrará a palestra “A floresta e sua importância para a população”. A apresentação abordará a importância das florestas para a vida da população, trazendo o conceito dessas matas, os serviços ambientais desenvolvidos por elas e as formas de preservá-las, entre outros assuntos.

O Fórum das Águas intitulado “Rios Voadores” traz o ambientalista Gérard Moss contando suas descobertas durante o desenvolvimento do projeto de mesmo nome que estuda as correntes de ar que carregam umidade e vapor d’água de uma região à outra, para se transformar em chuva. O ambientalista, junto com sua esposa Margi Moss, desenvolveu uma nova tecnologia em parceria com o Centro de Energia Nuclear (CENA), em Piracicaba, para coletar amostra de massa de umidade a partir de uma aeronave. Essa pesquisa permitiu definir a origem do vapor d’água, das chuvas e dos rios nas regiões banhadas pelos rios voadores e indiretamente mapear o deslocamento das massas de ar que as transportam.

Outra importante questão que será tema de palestra é a Saúde Ambiental. O Doutor Luiz Maranhão, subsecretário de Saúde Ambiental da Semarh, introduzirá os tópicos considerados mais impactantes na saúde da população para serem discutidos em uma mesa redonda. Entre os temas propostos estão à qualidade do ar de Brasília, as conseqüências das queimadas para a saúde.

No Fórum Consumo sustentável e cidadania, Fernanda Daltro, coordenadora de Consumo Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, abordará sobre o uso de sacolas plásticas e a separação do lixo.

Além das discussões acima citadas, serão tratados também os temas: ecovilas e permacultura.

Educação ambiental

O evento promoverá oficinas de educação ambiental com o objetivo de introduzir as crianças, de forma lúdica, em questões relativas à preservação do meio ambiente. Na ocasião, os pequenos visitantes poderão participar da Trilha Agrosensitiva, que procura estimular o uso de outros sentidos além da visão, possibilitando uma reflexão sobre a vida no campo, por meio de uma aproximação com os elementos da natureza.

Já o Jogo Educativo Ambiental propicia conhecimento por meio de perguntas sobre o Cerrado, recursos hídricos e o papel do IBRAM no Distrito Federal. Os participantes que acertarem as perguntas receberão mudas de espécies do Cerrado.

O Projeto Fui ao Planetário é uma iniciativa da ESCOLA DA NATUREZA que promove sessões de discussão nas Escolas da Secretária de Educação com o objetivo de associar o estudo da astronomia à educação ambiental. A apresentação, por cerca de 40 minutos, mostra o céu noturno sem a poluição luminosa das grandes cidades. Uma linda simulação de viagem espacial finaliza a sessão.

A Oficina de Reciclagem de Papel, do Ibram, ensinará crianças e adultos a fabricar papel utilizando outros já usados. O Ministério do Meio Ambiente, como apoiador do evento, oferece também no uma grande oficina de reciclagem ministrada por um artista plástico. Durante os dois primeiros dias, crianças da rede pública de ensino e outros visitantes da Exposição realizarão uma grande obra de arte com resíduos sólidos que ficará em exposição durante o final de semana.

Atividades culturais e esportivas

A Semana do Meio Ambiente 2011 contará ainda com diversas apresentações musicais com artistas locais nos dois primeiros dias. Já no sábado e no domingo, a diversão fica por conta da segunda edição da Festa das Águas, realizada pela Caesb.

Os visitantes poderão ainda assistir a exibição de filmes com temáticas ambientais que serão exibidos nas salas de projeção preparadas dentro do pavilhão da exposição. No local, diversas obras cedidas pelo Ministério da Ciência e Tecnologia e pelo Ministério do Meio Ambiente poderão ser apreciadas pelo público.

Para aqueles que gostam de praticar esportes junto à natureza também há diversas opções. Maratona de Canoagem e Stand up, travessia de natação, competições de jet ski e apresentação de wakeboard e wakesurf, paraquedismo e balonismo, torneios de futvôlei, vôlei de praia, skate dentre outras modalidades serão realizadas buscando instruir a população sobre o uso consciente dos recursos naturais.

31 de maio de 2011

No rádio, presidenta Dilma cobra de prefeitos a construção de ciclovias

Ao comentar a entrega de 30 mil bicicletas para alunos de escolas públicas na semana passada, a presidente Dilma Rousseff citou nesta segunda-feira a possibilidade de criação do que chamou de cultura do ciclismo no país.

Em seu programa semanal de rádio "Café com a Presidenta", ela cobrou de prefeitos a construção de ciclovias que deem segurança aos estudantes.

As bicicletas foram doadas a prefeituras de 81 municípios brasileiros, para crianças que moram longe das escolas, como parte do programa Caminho da Escola. Até o final de 2011, a distribuição deverá chegar a 100 mil bicicletas e 100 mil capacetes para 300 municípios do país.

"É um meio de transporte que não polui e ainda permite a prática de uma atividade física. Ir para a escola de bicicleta é uma atividade saudável. Agora, tem que ter segurança", disse. "Se as prefeituras adotarem essa prática, construindo ciclovias, eu tenho certeza que veremos muitas outras bicicletas circulando pelas ruas, e não apenas as do governo", completou.


Abraço do Adolpho Fuíca


30 de maio de 2011

ECOFAXINA III: tirando manchas sem utilizar produtos químicos

O maior truque para se livrar das manchas é agir rapidamente, foto: Robert Hruzek


Tem coisa melhor do que começar o dia com um cafezinho fresco? Mas basta um breve descuido para que, no meio da correria, um daqueles pequenos acidentes do dia-a-dia aconteça: aquele respingo atinja a sua camisa e ponha fim ao seu bom humor. Afinal, as manchas são difíceis de remover na hora da lavagem.


Da próxima vez em que a pressa, mau jeito ou mero azar resultarem em uma mancha, não se preocupe. Seguem aqui as melhores dicas para você se livrar dessas marquinhas indesejadas sem produtos químicos.


Sujou, lavou

O segredo para não sofrer na hora de remover uma mancha é agir rapidamente. Quanto mais tempo a substância passar em contato com o tecido, mais difícil será a remoção de suas marcas.


Evite esfregar

Procure eliminar os sinais antes de começar a esfregar a roupa, removendo o excesso com uma toalha absorvente ou com água fria e deixando a peça de molho. Quando esfregamos fortemente uma mancha de vinho, por exemplo, fazemos com que a bebida atinja as fibras mais profundas do tecido, o que pode dificultar ainda mais a sua remoção.


Não use água quente

Uma vez em contato com água quente, a mancha tende a se fixar no tecido. Claro, como você vai ver a seguir, o procedimento depende do tipo de marca a remover. Mas, na dúvida, opte sempre pela água fria.


Adeus alvejante

Aqueles três ingredientes básicos de uma ecofaxina – vinagre branco, bicarbonato de sódio, limão – são suficientes para manter a brancura das suas roupas. Adicione meia xícara de vinagre branco e uma xícara de bicarbonato de sódio durante o ciclo da lavagem da sua máquina e deixe que ela faça o resto do trabalho. Para remover manchas amareladas, você pode optar pelo limão. Basta deixar as peças brancas de molho em água morna com mais ou menos quatro xícaras de suco e alguns pedaços de limão por uma hora. Depois é só lavar normalmente. Elas ficarão cheirosas e sem aparência desbotada.


Molho de tomate

A tradicional macarronada de domingo sempre acaba deixando os seus rastros. Para remover manchas de suco e molho de tomate, esfregue um limão sobre o local atingido, enxágue e deixe secar. Se ainda houver vestígios, molhe a peça em uma solução de 1/4 de água morna, 1/2 colher de chá de detergente e uma colher de sopa de vinagre branco por 15 minutos. Enxágue e lave.


Vinho tinto

Se estiver em um restaurante e não puder combater a mancha naquele momento, ao chegar em casa, ferva a peça atingida em uma vasilha com leite e deixe de molho até a mancha sumir. Vinagre, glicerina e perborato de sódio também podem ser usados para remover marcas de vinho, café e chá.


Óleo e gordura

Despeje água fervente sobre a mancha. Aplicar um pouco de maizena ou de bicarbonato de sódio sobre a área a ser limpa também ajuda a suavizar a marca.


Ferrugem

Cubra a área manchada com sal, aplique suco de limão por cima e coloque no sol por aproximadamente 20 minutos. Depois ponha um pano branco sobre a roupa e passe o ferro quente. Assim que mancha sair, lave a roupa normalmente.


Graxa

A margarina vegetal ajuda a tirar as manchas de graxa. Coloque um pouco sobre a área a ser limpa, deixe por alguns minutos, depois lave normalmente.


Ovo

Antes de lavar, aplique uma pasta de sal (sal com gotinhas de água) sobre a mancha. Depois, siga com a lavagem normal, mas lembre-se de não usar água quente.


Sangue e Tinta de caneta

Da próxima vez que uma caneta estourar no bolso da sua camisa preferida, não se desespere. Deixe a peça de molho em leite antes de lavar. Essa técnica pode ser utilizada para tirar manchas de sangue ou, se preferir, deixe a roupa atingida de molho em uma solução de água fria com sal.


Batom e maquiagem

Para esse tipo de marcas, a glicerina pode funcionar muito bem, mas aplique somente sobre a mancha. Depois, lave normalmente com água morna.


Essa lista não esgota o assunto. Quando se trata de remoção de manchas, cada um tem o seu truque. Se você tiver alguma ideia que não apareceu por aqui, compartilhe com a gente! Na semana que vem, a série continua com Ecoreceitas de detergente, amaciante e desinfetante.


Fonte: oeco.com.br

26 de maio de 2011

Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN) - Exemplos de produção com sustentabilidade no DF e GO


Você sabe o que é uma RPPN?

A Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) é uma unidade de conservação criada em área privada, gravada em caráter de perpetuidade, com o objetivo de conservar a biodiversidade. A criação de uma RPPN é um ato voluntário do proprietário, que decide constituir sua propriedade, ou parte dela, em uma RPPN, sem que isto ocasione perda do direito de propriedade.


No Distrito Federal e arredores de Goiás temos vários exemplos de sustentabilidade socioambiental e econômica em RPPN, como por exemplo o Santuário de Vida Silvestre VAGAFOGO, em Pirenópolis (GO), a 140 quilômetros de Brasília. A reserva recebe em torno de 12 mil pessoas por ano, com mínimo impacto, além de oferecer um cardápio com produtos orgânicos locais. Outro exemplo na mesma região dos Pirineus é a RPPN FLOR DAS ÁGUAS, administrada pela Fundação Pró-Natureza (Funatura). Na região da Chapada dos Veadeiros (GO), a 220 quilômetros de Brasília, municípios como Alto Paraíso, Cavalcante, Colinas do Sul, Terezina de Goiás, possuem inúmeras RPPN, que se unem aos Parques, formando um Mosaico de Unidades de Conservação. Na prática, trabalham juntos na proteção, no ecoturismo e na harmonia, buscando alternativas de geração de emprego e renda para as populações locais.


Em dezembro de 2010 foi aprovado o Sistema de Unidades de Conservação do Distrito Federal e penso que Brasília, como uma das cidades-sede para a Copa do Mundo, é uma base estratégica para deslocarmos até estas áreas, e o turismo de aventura é um filão para aumentar as visitações.


No momento oportuno quero falar sobre a possibilidade de criação de RPPNs distritais e principalmente para os Condomínios, pois poderia, quem sabe, ser uma forma de compensação ambiental para sua regularização.


Um abraço fraterno do ADOLPHO FUÍCA


Secretário Executivo da Associação de Proprietários de RPPNs do Distrito Federal e Goiás.

Diretor Técnico da Confederação Nacional de RPPNs.


SAIBA MAIS:

O estabelecimento de áreas particulares protegidas estava previsto desde o Código Florestal de 1934, nesta época, estas áreas eram chamadas de “florestas protetoras”. Tais “florestas” permaneciam de posse e domínio do proprietário e eram inalienáveis. Em 1965, foi instituído o novo Código Florestal e a categoria “florestas protetoras” desapareceu. Mesmo assim, ainda permaneceu a possibilidade de preservação de forma perpétua de remanescentes naturais em propriedades privadas. Isso consistia na assinatura de um termo perante a autoridade florestal e na averbação à margem da inscrição no Registro Público.


Em 1977, quando alguns proprietários, desejando transformar parte de seus imóveis em reservas particulares, foi editada a Portaria n? 327/77, do extinto IBDF, criando os Refúgio particulares de Animais Nativos – REPAN, que mais tarde foi substituída pela Portaria n? 217/88 que instituía as Reservas Particulares de Fauna e Flora. Com essa experiência mostrou-se a necessidade de um mecanismo melhor definido com uma regulamentação mais detalhada para as áreas protegidas privadas. Assim, em 1990, surgiu o Decreto nº 98.914 criando as Reservas Particulares do Patrimônio Natural, que em 1996, foi substituído pelo Decreto nº 1.922.


Em 2000, com a publicação da Lei 9.985, que institui o Sistema Nacional de Unidade de Conservação (SNUC), as RPPN passaram a ser uma das categorias de unidade de conservação do grupo de uso sustentável. Foi publicado no dia 05 de abril de 2006 o Decreto nº 5.746 que atualmente regulamenta as RPPN, sendo, portanto a primeira categoria de unidade de conservação com decreto específico que a regulamenta, após a publicação do SNUC.


Qual a Importância das RPPN?

- Contribuem para uma rápida ampliação das áreas protegidas no país;

- Apresentam índices altamente positivos na relação custo/benefício;

- São facilmente criadas;

- Possibilitam a participação da iniciativa privada no esforço nacional de conservação;

- Contribuem para a proteção da biodiversidade dos biomas brasileiros.


Benefícios com a criação de uma RPPN

- Direito de propriedade preservado;

- Isenção do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) referente à área criada como RPPN;

- Prioridade na análise dos projetos, pelo Fundo Nacional do Meio Ambiente – FNMA;

- Preferência na análise de pedidos de concessão de crédito agrícola, junto às instituições oficiais de crédito, para projetos a serem implementados em propriedades que contiverem RPPN em seus perímetros;

- Possibilidades de cooperação com entidades privadas e públicas na proteção, gestão e manejo da unidade.


Para criar uma RPPN, a área deve:

- ser significativa para a proteção da diversidade biológica

- possuir paisagens de grande beleza, ou

- reunir condições que justifiquem ações de recuperação ambiental, capazes de promover a conservação de ecossistemas frágeis ou ameaçados.


Quem pode requerer a criação de uma RPPN?

Pessoas físicas, empresas de todos os portes, assim como entidades civis e religiosas.


Quais os usos permitidos em uma RPPN?

A RPPN só poderá ser utilizada para o desenvolvimento de pesquisa científica e visitação com objetivos turísticos, recreativos e educacionais previstas no seu plano de manejo. Será permitida a instalação de viveiros de mudas de espécies nativas dos ecossistemas onde está inserida a RPPN, quando vinculadas a projetos de recuperação de áreas alteradas dentro da unidade de conservação.


24 de maio de 2011

Código Florestal: Carta Aberta de ex-ministros do Meio Ambiente à Presidente da Répública e ao Congresso Nacional

Os signatários desta Carta Aberta, ao exercerem as funções de Ministros de Estado ou de Secretário Especial do Meio Ambiente, tiveram a oportunidade e a responsabilidade de promover, no âmbito do Governo Federal, e em prol das futuras gerações, medidas orientadas para a proteção do patrimônio ambiental do Brasil, e com destaque para suas florestas. Embora com recursos humanos e financeiros limitados, foram obtidos resultados expressivos graças ao apoio decisivo proporcionado pela sociedade, de todos os presidentes da Republica que se sucederam na condução do país e do Congresso Nacional. Mencione-se como exemplos: a Política Nacional do Meio Ambiente (1981), o artigo 225 da Constituição Federal de 1988, a Lei de Gestão de Recursos Hídricos (97), Lei de Crimes e Infrações contra o Meio Ambiente (98), o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (2000), a Lei de Informações Ambientais (2003), a Lei de Gestão de Florestas Públicas (2006), a Lei da Mata Atlântica (2006), a Lei de Mudanças Climáticas (2009) e a Lei de Gestão de Resíduos Sólidos (2010).

Antes que o mundo despertasse para a importância das florestas, o Brasil foi pioneiro em estabelecer, por lei, a necessidade de sua conservação, mais adiante confirmada no texto da Constituição Federal e sucessivas regulamentações. Essas providências asseguraram a proteção e a prática do uso sustentável do capital natural brasileiro, a partir do Código Florestal de 1965. Marco fundante e inspiração nesse particular, o Código representa desde então a base institucional mais relevante para a proteção das florestas e demais formas de vegetação nativa brasileiras, da biodiversidade a elas associada, dos recursos hídricos que as protegem e dos serviços ambientais por elas prestados.


O processo de construção do aparato legal transcorreu com transparência e a decisiva participação da sociedade, em todas as suas instâncias. E nesse sentido, é importante destacar que o CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente já se constituia em excepcional fórum de decisão participativa, antecipando tendências que viriam a caracterizar a administração pública, no Brasil, e mais tarde em outros países. Graças a essa trajetória de responsabilidade ambiental, o Brasil adquiriu legitimidade para se tornar um dos participantes mais destacados nos foros internacionais sobre meio ambiente, além de hoje dispor de um patrimônio essencial para sua inserção competitiva no século XXI.


Para honrar e dar continuidade a essa trajetória de progresso, cabe agora aos líderes políticos desta nação dar o próximo passo. A fim de que o Código Florestal possa cumprir sua função de proteger os recursos naturais, é urgente instituir uma nova geração de políticas públicas. A política agrícola pode se beneficiar dos serviços oferecidos pelas florestas e alcançar patamares de qualidade, produtividade e competitividade ainda mais avançados.

Tal processo, no entanto, deve ser desenvolvido com responsabilidade, transparência e efetiva participação de todos os setores da sociedade, a fim de consolidar as conquistas obtidas. Foram muitos os êxitos e anos de trabalho de que se orgulham os brasileiros, e portanto tais progressos não devem estar expostos aos riscos de eventuais mudança abruptas, sem a necessária avaliação prévia e o conveniente debate. Por outro lado, não consideramos recomendável ou oportuno retirar do CONAMA quaisquer de suas competências regulatórias no momento em que o país é regido pelo principio da democracia participativa, consagrado na nossa Carta Magna.


Não vemos, portanto, na proposta de mudanças do Código Florestal aprovada pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados em junho de 2010, nem nas versões posteriormente circuladas, coerência com nosso processo histórico, marcado por avanços na busca da consolidação do desenvolvimento sustentável. Ao contrário, se aprovada qualquer uma dessas versões, o país agirá na contramão de nossa história e em detrimento de nosso capital natural.


Não podemos, tampouco, ignorar o chamado que a comunidade científica brasileira dirigiu recentemente à Nação, assim como as sucessivas manifestações de empresários, representantes da agricultura familiar, da juventude e de tantos outros segmentos da sociedade. Foram suficientes as expectativas de enfraquecimento do Código Florestal para reavivar tendências preocupantes de retomada do desmatamento na Amazônia, conforme demonstram de forma inequívoca os dados recentemente divulgados pelo INPE.


Entendemos, Senhora Presidente e Senhores congressistas, que a história reservou ao nosso tempo e, sobretudo, àqueles que ocupam os mais importantes postos de liderança em nosso país, não só a preservação desse precioso legado de proteção ambiental, mas, sobretudo, a oportunidade de liderar um grande esforço coletivo para que o Brasil prossiga em seu caminho de nação que se desenvolve com justiça social e sustentabilidade ambiental.

O esforço global para enfrentar a crise climática precisa do ativo engajamento do Brasil. A decisão de assumir metas de redução da emissão dos gases de efeito estufa, anunciadas em Copenhagen, foi um desafio ousado e paradigmático que o Brasil aceitou. No próximo ano, sediaremos a Conferencia das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, e o Brasil poderá continuar liderando pelo exemplo e inspirando os demais países a avançar com a urgência e a responsabilidade que a realidade nos impõe.


É por compreender a importância do papel na luta por um mundo melhor para todos e por carregar esta responsabilidade histórica que nos sentimos hoje na obrigação de dirigirmos a Vossa Excelência e ao Congresso Nacional nosso pedido de providências. Em conjunto com uma Política Nacional de Florestas, o Código deve ser atualizado para facilitar e viabilizar os necessários esforços de restauração e de uso das florestas, além que de sua conservação. É necessário apoiar a restauração, não dispensá-la. O Código pode e deve criar um arcabouço para os incentivos necessários para tanto. O próprio CONAMA poderia providenciar a oportunidade para que tais assuntos sejam incorporados com a devida participação dos estados, da sociedade civil e do mundo empresarial. De nossa parte, nos colocamos à disposição para contribuir a este processo e confiamos que sejam evitados quaisquer retrocessos nesta longa e desafiadora jornada.


Brasília, 23 de maio de 2011


Carlos Minc (2008-2010)

Marina Silva (2003-2008)

José Carlos Carvalho (2002-2003)

José Sarney Filho (1999-2002)

Gustavo Krause (1995-1999)

Henrique Brandão Cavalcanti (1994-1995)

Rubens Ricupero (1993-1994)

Fernando Coutinho Jorge (1992-1993)

José Goldemberg (1992)

Paulo Nogueira Neto (1973-1985)


Fonte: EcoDebate, 24/05/2011


Um abraço do Adolpho Fuíca


23 de maio de 2011

Economista em Brasília troca carro por 16.960 passos para ir ao trabalho


Ele percorre 8 km por dia, ida e volta, de casa para o centro da cidade.
Em 1973, cidade tinha um semáforo; hoje, frota é de 1,2 milhão de veículos.


Quando o economista paulistano Pérsio Davison, de 63 anos, mudou-se para Brasília, em 1973, encontrou uma cidade ainda em construção, habitada por cerca de 200 mil pessoas. As ruas vazias e as grandes distâncias convidavam ao uso do carro. Na lembrança do economista ficou o fato de a capital, naquela época, contar com apenas um semáforo. Apesar das facilidades do transporte individual de uma Brasília jovem, Davison já gostava de fazer suas caminhadas.


Com o crescimento do Distrito Federal, que hoje conta com uma frota de mais de 1,2 milhão de veículos e transporte público alvo de constates reclamações da população, o hobby do economista virou também necessidade. Hoje, a rotina dele inclui fazer o percurso de ida e volta para o trabalho a pé. “Comecei a ter a essa visão das dificuldades do transporte individual e a tensão na direção”, diz.


Da quadra 308 Sul, onde mora, ao Setor Bancário Sul, no centro da capital, local de trabalho de Davison, são cerca de quatro quilômetros – trajeto percorrido em 40 minutos.


O economista conta que certa vez, por curiosidade, resolveu calcular quantos passos eram necessários para atravessar uma das superquadras típicas de Brasília. Foram 530 para cobrir a extensão de 250 metros. Por essa média, Davison dá 16.960 passos diários para cobrir os 8 quilômetros do percurso de ida e volta entre a casa e o trabalho.


“Se eu fosse de carro, certamente gastaria 15 minutos a menos, mas penso que essa diferença de tempo é uma oportunidade de me dedicar mais a mim. No fim do dia, usei mais de uma hora para minha saúde”, calcula.


Na conta também entram a energia e o tempo gastos em engarrafamentos. “Quando você está preso dentro do carro num congestionamento, há a tensão e não há a ação. Isso se reflete em como a pessoa começa o dia, tensa e irritada”, avalia.


A escolha pela caminhada também evita um problema recorrente na área central de Brasília: a falta de vagas. “Às vezes tentamos fazer uma reunião de trabalho e os convidados não comparecem por causa da dificuldade de encontrar vaga para estacionar”, conta o economista.


Para ele, as pessoas já começaram a refletir sobre as restrições causadas pela opção de mobilidade. “Estamos vivendo um delírio em relação ao transporte individual. Mas estamos começando a perceber as dificuldades. As pessoas estão tomando consciência e se percebem dentro do contexto”, comenta Davison.


O economista, que usa o carro para ir ao trabalho apenas ocasionalmente, cerca de quatro vezes por mês, disse que a cidade de 51 anos precisa planejar uma saída para os dilemas de mobilidade urbana que enfrenta.


“Temos que ter habilidade de pensar Brasília daqui a 50 anos. Precisamos romper com algumas lógicas em vigor. O fato de a cidade ter sido pensada como moderna para a indústria automobilística não significa que ela vai ser moderna utilizando apenas essa opção”, afirmou.

Fonte


20 de maio de 2011

MOBILIDADE URBANA: Dnit inicia instalação de quebra-molas e sinalização na BR-040



O Departamento Nacional de Infraestruruta de Transportes (Dnit) iniciou, na terça-feira (17/5), as instalações dos quebra-molas e da sinalização na BR-040. As medidas foram anunciadas na última sexta-feira (13/5) e são uma resposta aos protestos por conta da morte de uma menina de 9 anos que foi atropelada na rodovia no dia 9 de maio.


Segundo a assessoria de imprensa do Dnit, as instalações começaram e devem terminar assim que toda a pintura for finalizada. Já em relação as barreiras eletrônicas e as passarelas, o orgão esclareceu que essas medidas dependem de uma questão judicial. A previsão é de que ainda hoje o superintendente do Dnit possa divulgar uma data provável para essas outras obras.


Além dessas medidas, o Dnit ainda realiza um estudo a respeito da urbanização da BR-040 com o objetivo de garantir uma boa instalação das passarelas para os pedestres.


Os moradores de Valparaíso fizeram diversas manifestações na BR-040 como forma de protesto em relação ao atropelamento da menina de 9 anos. Eles interditaram faixas e atearam fogo em pneus e pedaços de madeira como forma de protesto.


Para conter a revolta da população, o Dnit definiu um plano de ação com medidas de curto, médio e longo prazo visando a redução do número de acidentes na região.


18 de maio de 2011

Ecofaxina II: como limpar sua COZINHA sem produtos químicos

Se você tivesse que apontar o lugar mais sujo da casa, qual seria? O banheiro? Pois saiba que a cozinha esconde mais germes e bactérias do que qualquer outro cômodo. Isso porque é nesse local que lidamos com comida e preparamos nossas carnes, que nada mais são do que carcaças de animais mortos, e, por ser úmido, esse ambiente é bastante favorável à colonização por bactérias. A esponja de lavar louça e os panos de prato, por exemplo, são uma das fontes mais infecciosas de bactérias de origem alimentar, como E. Coli e salmonela – que se escondem nos poros das buchas e dos tecidos e podem contaminar alimentos ou utensílios. Mas não precisa se desesperar e encharcar a cozinha com água sanitária.

Seguem algumas dicas para manter a cozinha livre de germes sem utilizar produtos químicos prejudiciais ao meio ambiente e à saúde.

Prevenir é melhor do que remediar

O melhor segredo para evitar a proliferação microorganismos é cuidar da sujeira assim que ela aparece. Bactérias se multiplicam em um ritmo alarmante, uma simples célula pode dar origem a mais de 8 milhões em menos de 24 horas. Portanto, se você espirrar um pouco de ovo cru ou molho de espaguete no balcão, limpe imediatamente. Se derrubar migalhas no chão, varra no mesmo instante. Limpar a cozinha à medida que você for cozinhando pode lhe custar alguns minutos a mais, porém, vai lhe poupar tempo a longo prazo. Afinal, é muito mais fácil se livrar de uma mancha de gordura no fogão enquanto ela ainda está fresca do que passar horas esfregando crostas de manchas secas.

Fique atento aos prazos de validade e marque nas vasilhas com sobras de comida a data em que foram feitas, para que não fiquem envelhecendo na geladeira. Também é indicado se desfazer de comida velha ou estragada a cada duas semanas para evitar que colônias de mofo cheguem a criar raízes. Adotando esses cuidados, é possível reduzir as chances da proliferação de bactérias. Mas, afinal, o que fazer para remover a sujeirada sem usar produtos químicos?

Produtos milagrosos

Água, limão, vinagre, sal e bicarbonato de sódio fazem verdadeiro milagre quando o assunto é limpeza. E o melhor: são produtos super baratos e podem ser aplicados em praticamente qualquer superfície da casa. Para remover manchas do balcão ou da geladeira, por exemplo, basta fazer uma solução de água com bicarbonato. Se quiser, adicione um pouco de suco de limão para dar um perfume cítrico.

Esponjas e Panos de Prato

A umidade e as fendas minúsculas que tornam a esponja tão eficiente na hora da limpeza fazem dela o abrigo perfeito para as bactérias. Para impedir que ela contamine seus utensílios, é preciso fervê-la por cerca de três minutos entre cada uso. Quanto aos panos de prato, deixe-os secar completamente depois da utilização e lembre-se de lavá-los, no mínimo, uma vez por semana. Lembre-se: quanto mais secas as coisas estiverem, menor a chance de bactérias. Elas adoram umidade.

Louças

Acumular aquela pilha de louça por lavar é um jeito infalível de encher a sua pia de germes. Para evitar que isso aconteça, lave seus utensílios de cozinha logo depois de usá-los. Você pode usar um detergente biodegradável ou fazer um detergente caseiro. Para tanto, basta ferver, em fogo baixo, duas xícaras de água e 1 xícara de sabão de coco ralado. Mexa até dissolver. Tire do fogo, acrescente mais seis xícaras de água duas colheres de bicarbonato de sódio, suco de dois limões e misture bem. Depois é só aplicar na louça e esfregar. E não se esqueça de fechar a torneira enquanto estiver ensaboando. Se suas louças de vidro estiverem sem brilho, é possível recuperá-lo mergulhando as peças em uma bacia com água e algumas gotas de vinagre e deixá-las de molho por meia hora.

Panelas

Para retirar a sujeira que adere ao fundo das panelas, coloque água e quatro colheres de sopa de vinagre dentro do utensílio. Leve ao fogo e deixe ferver. Na hora da lavagem, o grude vai embora com mais facilidade e menor quantidade de sabão.

Azulejos

Para desengordurar azulejos, adicione duas colheres de vinagre a um recipiente com oito xícaras de água morna. Em seguida, basta molhar um pano na solução e esfregá-lo na área a ser limpa.

Fogão

Aquela sujeira mais pesada, que insiste em ficar grudada no fogão, pode ser removida deixando um pouco de vinagre sobre a gordura 15 minutos antes de começar a limpeza. Fica novinho em folha. Se quiser, você também pode optar por uma solução de duas partes de água para uma de sal.

Forno

Espalhe um bocado de bicarbonato de sódio sobre a parte inferior do forno, certificando-se de que todas as manchas estejam completamente cobertas. Depois, vá borrifando água sobre a área a ser limpa várias vezes durante algumas horas para manter o local úmido e, então, deixe a mistura descansar por uma noite. No dia seguinte, basta remover a pasta de bicarbonato que a sujeira será eliminada.

Microondas

Da próxima vez em que encontrar espirros de comida dentro do microondas, não se desespere! Existe uma maneira fácil de remover manchas sem passar horas esfregando o aparelho. Coloque ¼ de xícara de vinagre e uma xícara de água em uma vasilha e aqueça a mistura no próprio microondas por dois ou três minutos. Quando terminar o aquecimento, deixe agir por 10 minutos. O vapor e a acidez do vinagre vão soltar as partículas de alimentos, permitindo que sujeira seja removida com mais facilidade. Também é possível substituir o vinagre por limão.

Geladeira

Para limpar a parte interna da geladeira, o uso de produtos industrializados é desaconselhável, pois liberam compostos orgânicos voláteis (VOCs) e eles podem prejudicar a saúde de quem ingere os alimentos guardados ali. Portanto, na hora da limpeza, prefira a mistura de água, bicarbonato de sódio e sabão.


Fonte: www.oeco.com.br

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Um abraço do Adolpho Fuíca